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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Imprensa Negra em Exposicção na Alesp

 A exposição, organizada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, por meio da Comissão de Jornalistas para a Igualdade Racial (Cojira), teve a presença do presidente da entidade, José Augusto Camargo (Guto) e das diretoras responsáveis pela organização do evento, Evany Sessa e Cândida Vieira. O evento tem apoio do mandato do deputado estadual José Cândido (PT/SP) e foi prestigiado pelos parlamentares Adriano Diogo (PT/SP) e Leci Brandão (PCdoB/SP).

A abertura da exposição “Imprensa Negra por José Correia Leite”, ocorrida na última segunda-feira (dia 21), na Assembléia Legislativa de São Paulo contou com a presença de deputados estaduais, além de diversos militantes e simpatizantes do movimento negro paulista. Todos vieram apreciar as capas históricas do jornalismo concebidas pela comunidade negra do início do século passado. A exposição é aberta ao público no hall monumental do parlamento paulista e se estende até sexta-feira (dia 25).

Estão expostas as primeiras páginas de publicações da coleção particular de José Correia Leite, que atualmente está sob a guarda do escritor, ator, dramaturgo e cantor negro, Estevão Maya-Maya, que participou do ato. Correia Leite foi fundador e colaborador de diversos jornais tais como Alvorada, Níger, O Clarim d’Alvorada, O Clarim, A Raça, O Mutirão e Senzala concebidos e produzidos para a comunidade negra.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

3º Roda de Acotirene

Debate e reflexão sobre as trabalhadoras domésticas dia 22 de Novembro de 2011 Às 14 horas no Pavilhão da Cultura Afro-brasileira Zumbi dos Palmares - Suzano 

Convite Exposição "A Imprensa Negra"


Exposição "A Imprensa Negra" de 21 a 25 de novembro de 2011, das 9 às 17 horas no Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Troféu Raça Negra 2011

Deputado José Candido em entrevista para o evento

O Troféu Raça Negra 2011 colocou no dia 13 de Novembro na Sala São Paulo um grande evento, afinal tratava-se do prestigiado “Oscar” da comunidade negra. Na nona edição, o evento homenageou um ícone negro da música brasileira, o cantor Jair Rodrigues, e fez questão de ressaltar o Ano Internacional dos Afrodescendentes, decretado pela Organização das Nações Unidas - ONU.

As categorias votadas pelo site foram Atriz, Ator, Jornalismo Masculino e Feminino. Levaram o troféu Lucy Ramos – Globo (melhor atriz), Micael Borges – Record (melhor ator), Dulcinéia Novaes - Globo (jornalismo feminino) e Thiago Oliveira – Gazeta (jornalismo masculino). Dentre os homenageados pela Afrobras, na categoria institucional, o vice-presidente, Michel Temer, os ministros do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Brito, Ana de Hollanda, da Cultura, o ministrio da Saúde, Alexandre Padilha, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Para representar Jair Rodrigues no palco, os shows dirigidos pelos cantores Jair Oliveira e Wilson Simoninha animaram o público, assim como a beleza e a irreverência dos mestres de cerimônia, Tânia Khalill e Hélio de La Peña. A direção artística ficou em boas mãos, com o diretor da Rede Globo de Televisão, Luiz Antonio Pilar.
Deputado José Candido prestigiando o evento

Além das categorias votadas pelo site, o Conselho de Honrarias da Afrobras premiou autoridades e personalidades negras ou não, que colaboram para exaltar, enaltecer e divulgar o valor das iniciativas, ações, tórias e realizações que tenham contribuído para o aprofundamento e ampliação da valorização do negro. De acordo com a ordem de entrega, receberam o prêmio institucional:

1. Presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia (PT- RS)
2. Embaixador Benedicto Fonseca Filho
3. Ministro da Saúde, Alexandre Padilha
4. Ministra da Cultura, Ana de Hollanda
5. Ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto
6. Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin
7. Jornalista Heraldo Pereira
8. Prefeita de São Francisco do Conde (BA), Rilza Valentim
9. Prof. Dr. Kabengele Munanga (USP)
10. Frei David Santos, diretor executivo da Educafro
11. Presidente da Câmara de Vereadores de Piracicaba, João Manoel dos Santos (PTB)
12. Presidente do Corinthians, Andrés Sanchez
13. Ator Érico Brás, pelo destaque na serei “Tapas & Beijos”
14. Ator Nill Marcondes, pelo conjunto da obra
15. Prefeito de Suzano, Marcelo Candido
16. Secretário-geral da Marinha, Almirante-de-Esquadra Eduardo Monteiro Lopes
17. Secretário de Estado da Casa Militar, Coronel Admir Gervásio Moreira
18. Modelo Silvia Novais, eleita Miss Itália no Mundo 2011
19. Atleta Nelson Prudêncio
20. Humorista Charles Henrique
21. Vice-presidente da República, Michel Temer
22. Cantor e homenageado do Troféu Raça Negra 2011, Jair Rodrigues

1º Ato Solene aos religiosos e religiosas de Matriz Africana: Umbanda e Candomblé de Campinas e Região

Deputado José Candido durante seu pronunciamento

Mais de 100 pessoas entre religiosas e religiosos da Umbanda e Camdomblé, estiveram presentes no 1º Ato Solene aos (às) religiosos (as) de Matriz Africana: Umbanda e Candomblé de Campinas e Região, realizado no dia 4 de Novembro na cidade. 
O ato foi convocado pelo vereador Dário Jorge Giolo Saadi, e faz parte da programação do mês da Consciência Negra em Campinas. A solenidade contou com a presença do deputado estadual José Candido.
Este ato foi concebido e inspirado nas homenagens às mães e pais religiosos, que o mandato do dep. José Candido e o Portal do Candomblé realizam na Assembléia Legislativa há 03 anos, nos meses de Maio e Agosto.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CONGRESSO DAS MULHERES BRASILEIRAS INDÍGENAS

João Cândido Felisberto, também conhecido como "Almirante negro"


Nasceu em 24 de Junho de 1880, na então Província (hoje Estado) do Rio Grande do sul, no município de Encruzilhada (hoje Encruzilhada do Sul), na fazenda Coxilha Bonita que ficava no vilarejo Dom Feliciano - o quinto distrito do Município Encruzilhada, que havia sido distrito de Rio Pardo até 1849. Filho dos ex-escravos João Felisberto e Inácia Cândido Felisberto, apresentou-se, ainda com treze anos, em 1894, na Companhia de Artífices Militares e Menores Aprendizes no Arsenal de Guerra de Porto Alegre com uma recomendação de atenção especial, escrita por um velho amigo e protetor de Rio Pardo, o então capitão-de-fragata Alexandrino de Alencar, que assim o encaminhava àquela escola. Em 1895 conseguiu transferência para a Escola de Aprendizes de Porto Alegre, e em dezembro do mesmo ano, para a Marinha do Brasil, na capital, a cidade do Rio de Janeiro.
Desse modo, numa época em que a maioria dos aprendizes era recrutada pela política, João Cândido alistou-se com o número 40 na Marinha do Brasil em Janeiro de 1895, aos 14 anos de idade, ingressando como grumete a 10 de dezembro de 1895.
Em depoimento para a Anamnese do Hospital dos Alienados em abril de 1911 e para a Gazeta de Notícias de 31/12/1912, João Cândido afirma ter sido soldado do General Pinheiro Machado, na Revolução Federalista, em 1893, portanto antes de entrar para a escola de aprendizes do Arsenal de Guerra de Porto Alegre.
Teve uma carreira extensa de viagens pelo Brasil e por vários países do mundo nos 15 anos que esteve na Marinha de Guerra. Muitas delas foram viagens de instrução, no começo recebendo instrução, e depois dando instrução de procedimentos de um navio de guerra para marinheiros mais novos e oficiais recém-chegados à Marinha.
A partir de 1908, para acompanhar o final da construção de navios de guerra encomendados pelo governo brasileiro, centenas de marinheiros foram enviados à Grã-Bretanha. Em 1909 João Cândido também para lá foi enviado, onde tomou conhecimento do movimento realizado pelos marinheiros Russos em 1905, reivindicando melhores condições de trabalho e alimentação (a revolta do Encouraçado Potemkin, que virou filme do diretor Sergei Eisenstein em 1925).
Tornou-se muito admirado pelos companheiros marinheiros, que o indicaram por duas vezes para representar o "Deus Netuno" na travessia sobre a linha do equador, e muito elogiado pelos oficiais, por seu bom comportamento, e pelas suas habilidades principalmente como timoneiro. Era o marinheiro mais experiente e de maior trânsito entre marinheiros e oficiais, a pessoa indicada para liderar a revolta, na opinião dos demais líderes do movimento.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Seminario do Eixo de Promoção da Igualdade Racial


Seminario do Eixo de Promoção da Igualdade Racial do Mandato do Deputado Estadual José Candido

Zumbi dos Palmares

Vida do líder negro Zumbi dos Palmares, os quilombos, resistência negra no Brasil Colonial, escravidão, cultura africana

Zumbi dos Palmares: um símbolo de resistência e luta contra a escravidão

Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.

Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas no ano de 1655. Foi um dos principais representantes da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas. O Quilombo dos Palmares estava localizado na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo o que precisavam para viver.
Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha por volta de sete anos de idade. Entregue a um padre católico, recebeu o batismo e ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião católica, chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade, voltou para viver no quilombo.

No ano de 1675, o quilombo é atacado por soldados portugueses. Zumbi ajuda na defesa e destaca-se como um grande guerreiro. Após um batalha sangrenta, os soldados portugueses são obrigados a retirar-se para a cidade de Recife. Três anos após, o governador da província de Pernambuco aproxima-se do líder Ganga Zumba para tentar um acordo, Zumbi coloca-se contra o acordo, pois não admitia a liberdade dos quilombolas, enquanto os negros das fazendas continuariam aprisionados.

Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilimbo dos Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu “governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.

O bandeirante Domingos Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi degolado em 20 de novembro de 1695.

fonte: sua pesquisa.com

domingo, 23 de outubro de 2011

Dia da Consciência Negra Poderá ser Feriado Nacional



Dia da Consciência Negra poderá ser feriado nacional

Data: 21/10/2011
Projeto aprovado ontem (20) pelo Senado, já passou pela Câmara e agora segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff



O Senado Federal aprovou ontem (20) projeto que declara feriado nacional o 20 de Novembro – Dia da Consciência Negra e o enviou à sanção da presidenta Dilma Roussef. Caso seja sancionado, este será o primeiro feriado do país originário da mobilização social, principalmente do movimento negro. A data já é reconhecida e celebrada como feriado em mais de 200 cidades, inclusive três capitais (São Paulo, Rio de Janeiro e Cuiabá).
A comemoração do 20 de Novembro como Dia Nacional da Consciência Negra surgiu na segunda metade dos anos 1970, no contexto das lutas dos movimentos sociais contra o racismo. O dia homenageia Zumbi, símbolo da resistência negra no Brasil, morto em uma emboscada, no ano de 1695, após sucessivos ataques ao Quilombo de Palmares, em Alagoas. Desde 1995, Zumbi faz parte do panteão de Herois da Pátria.
Nas últimas décadas, o 20 de novembro tem sido dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e sobre as consequências do racismo para a vida das pessoas e para o desenvolvimento do país. Apesar do ponto alto da celebração coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares – 20 de Novembro – a cada ano, as atividades alusivas a esta data são expandidas ao longo do mês, ampliando os espaços de discussão sobre as questões raciais.
Anualmente, um número cada vez mais significativo de entidades da sociedade civil, principalmente o movimento negro, tem se mobilizado em todo o país, em torno de atividades relativas à participação da pessoa negra na sociedade em diferentes áreas: trabalho, educação, segurança, saúde, entre outras.
* Projeto Original
O projeto original que institui o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (PLS 520/03), de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), previa apenas a data, mas não o feriado. Na justificação da matéria, Serys argumenta que sua proposta visa criar uma oportunidade para a reflexão sobre o preconceito ainda existente na sociedade brasileira.
Aprovado pelo Senado, o texto foi enviado à Câmara dos Deputados e apensado a outra proposta (PLS 302/2004), que propunha o dia 20 de novembro como feriado nacional.
* Feriados
Uma vez sancionado, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra será o nono feriado nacional, juntamente com as seguintes datas: 1º de janeiro (Confraternização Universal), 21 de abril (Tiradentes), 1º de maio (Dia do Trabalho), 7 de setembro (Independência do Brasil), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), 2 de novembro (Finados), 15 de novembro (Proclamação da República) e 25 de dezembro (Natal).
Há ainda quatro datas comemorativas móveis, as quais, embora popularmente conhecidas como feriados nacionais, não são reconhecidas como tal pela legislação brasileira – Terça-Feira de Carnaval, Sexta-Feira da Paixão, Domingo de Páscoa e o Corpus Christi.
* Textos extraídos do Portal do Senado
 
Coordenação de Comunicação SEPPIR